Growth Hacking: conheça o que significa e como aplicar em sua startup

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O caminho do crescimento de uma empresa envolve um conjunto de estratégias e uma delas é o Growth Hacking.

Apesar de remeter ao famoso hacker, Growth Hacking não tem nada a ver com vazamento de dados ou mesmo com a linguagem de código de programação. A expressão em inglês Hack significa simplesmente a habilidade em identificar alternativas por meio das quais se alcança seus objetivos – sejam eles quais forem.

No caso, esta é uma competência estratégica para encontrar oportunidades de crescimento para seu negócio – mais aplicado ao ambiente digital, mas pode servir também para o físico. Ou seja, o Growth Hacking nada mais é do que uma das trilhas de acesso ao mercado.

Mentor do InovAtiva Brasil, Anderson Diehl, diretor de marketing e vendas, com mais de 20 anos de experiência em vendas online, compartilhou um pouco da sua trajetória e do seu know how em como definir uma boa estratégia de escalonamento. “O crescimento só é possível a partir da validação. É comum conversar com empreendedores encantados com suas ideias, mas sem ter escutado seu cliente. É imprescindível ter certeza de que a sua solução tem valor e se as pessoas estão dispostas a pagar por ela”, introduz.

Para o profissional, uma dor que muitos empreendedores compartilham é a validação de um produto ainda não conhecido. Nestes casos, ele aconselha a busca de parceiros comerciais já conhecidos para dar credibilidade à sua marca. “Colocar logos de grandes empresas no seu site é muito útil no início.”

Anderson fala que, de todas as alternativas de fontes de tráfego em um site, o orgânico é o melhor, porque é dele que vem o lead mais qualificado. Para conseguir esse tipo de audiência em seu veículo, as técnicas de SEO são fundamentais.

Veja 4 dicas do mentor acerca do assunto:

  • Palavras-chave – use palavras de gatilhos mentais e a sua repetição é essencial, pelo menos a cada dois ou três parágrafos;
  • Estrutura de conteúdo – para ranquear resultados de pesquisa, o Google dá preferência para textos mais longos, de mil a dois mil palavras, mas estruturados em parágrafos curtos. Isso melhora a experiência do leitor, que não vai se cansar ao longo do texto;
  • Imagens – se você não tiver a possibilidade de produzir uma imagem própria, uma alternativa é usar o banco de imagens. Entretanto, o Google identifica que ela já foi usada anteriormente e não ranqueará tão bem seu resultado. Dentro dela, inclua a palavra-chave, porque ela será também identificada no campo de imagens dos resultados do buscador;
  • Vídeos – inclua vídeos de produção própria no seu conteúdo. A melhor opção é fazer o link com a sua página de YouTube, porque isso aumenta as visualizações em ambos os canais, além de reter a atenção do leitor na sua página por alguns segundos ou minutos a mais.

Além disso, sempre escolha pelo formato mobile. A utilização de computadores de mesa já não é a mesma: as pessoas têm usado muito mais seus smartphones para consumir informação e, como resultado desta tendência, estes formatos são priorizados nos resultados de uma busca.

Anderson Diehl, além de atuar como mentor no programa InovAtiva Brasil, é Líder Alumni da Comunidade InovAtiva. Saiba mais sobre a nossa Comunidade e conecte-se com o Anderson.